Um pouco de mim, deles, de nós

em 20/01/2012 5 comentários


Vish... Pessoa complicadinha que eu sou. E talvez eu saiba que sou complicada porque convivo comigo mesma 24h por dia. Os outros veem a sombra de quem eu realmente sou, uma parcela do todo. E eles podem achar essa parcela estranha, engraçada, normal ou serem indiferentes a ela... Não cobro nada de ninguém. No convívio talvez eu não seja essa complicação toda, talvez eu me simplifique para as pessoas, naturalmente. Na real eu acho que todos fazem isso, até porque é meio impossível ser a própria intensidade o tempo todo.

Eu sou muito observadora e as pessoas que eu tenho observado parecem não ser muito. Eu sou quieta no começo, já tive que admitir a timidez. Mas é que eu prefiro ficar quieta a concordar com algo que eu não acho certo. E as pessoas estão a todo momento falando coisas que eu discordo. Que chata eu seria se a todo momento interrompesse e dissesse: "hum, não é bem assim..." É que o natural para muitas pessoas não soa muito bem à minha ideia de correto. E como para elas é natural, ouço apenas. Nesses poucos anos de vida aprendi que opinião é opinião. E opinião mais se troca do que se discute. E vamos bem assim. Ninguém muda a ideia de uma pessoa com um belo discurso, mas sim com simples demonstrações diárias. Com as pessoas mais próximas, que tenho mais intimidade, demonstro mais minhas ideias. Mas as pessoas que não conheço muito bem, prefiro ouvir e de repente eu mesma pensar de outra maneira. E tentar entendê-las. Eu faço isso a todo momento e agora que me caiu a ficha. Eu tento entender por que estão tristes ou por que buscaram a solução por tal caminho. Tento entender por que bebem ou fumam, por que falam coisas e fazem outras, por que tentam parecer mais do que o outro a todo instante. E isso me leva a não julgá-las, já que para tudo deve haver um por quê. E eu não conheço o 'por que' de cada um. Se com uma dessas pessoas uma amizade acontecer, aí sim eu poderei falar e demonstrar a minha opinião. E abrirei a boca para algo realmente útil (muito mais útil do que tentar entuchar meu modo de pensar na cabeça do indivíduo) abrirei a boca para simplesmente dar meu ponto de vista e ela terá prazer em me falar e me ouvir, já que todo ser humano ama ser compreendido... E eu amo tudo isso! <3

Obs.: Não é com todos que você tem uma conversa mais "filosófica". Por um lado eu acho uma pena e por outro digo 'graças à Deus!'. Falar bobeiras e assuntos leves também é uma boa pedida.

Créditos: Imagem

Psicodélico

em 07/01/2012 6 comentários


E se "de repente" sua percepção do mundo fosse outra? E se a realidade mudasse e se transformasse em algo novo que você não conhecia? E se você percebesse que na verdade a realidade não mudou, ela apenas apresentou-se a você de forma clara, limpa, sem borrões? Todas as suas perguntas tem resposta, não é assustador? Tudo é fantasticamente simples, tudo faz sentido. Não há preocupação. O "hoje" é o momento mais lindo e o único que pode ser vivido. Tudo vai acabar bem. Eu estou ligado a você. Eu posso te sentir, te compreender. Não estou preso a preconceitos, eu apenas faço o que tenho vontade. Eu demonstro o que sinto através da minha expressão, movendo minha sobrancelha, franzindo minha testa, sorrindo, chorando... Eu entendo que, apesar de qualquer coisa, a vida é uma experiência, que eu experimento todos os dias, até um fatídico dia que eu desconheço.

O termo "psicodelia" origina-se da composição das palavras gregas psiké (ψυχή - alma) e delos (δήλος - manifestação) - manifestação da alma.

(...) Exuberância criativa livre de obstáculos.

Créditos: Imagem + Termos

 
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